Baixa autoestima: 5 dicas para ter amor-próprio



Problemas com baixa autoestima podem afetar a saúde física e mental de uma pessoa e, em alguns casos, até atrapalhar a convivência social. Está associado à falta de confiança em si mesmo, que pode ser causada por diferentes tipos de fatores externos.


Por isso, precisamos falar sobre isso para que todos com baixa autoestima possam enxergar o problema, aceitá-lo e encontrar uma forma de superá-lo.


Para saber mais, neste artigo, você terá acesso às principais informações sobre o assunto, para estar mais bem preparado para reconhecer quando as coisas não estão indo bem para você ou para quem está ao seu redor.


O que é autoestima?


A autoestima é a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma. É assim que ela se vê com base em seu comportamento, qualidades, habilidades e mentalidade. Como resultado, surgem sentimentos de autocrítica, narcisismo, superioridade ou inferioridade.


Quando a autoestima se comporta bem, significa que os indivíduos estão satisfeitos e confiantes com sua própria identidade e valores. Por outro lado, se for baixa, há problemas de autoaceitação, autoestima e autoconfiança.


Pilares da autoestima


Para entender melhor este conceito, confira os quatro pilares da autoestima definidos por Potreck-Rose e G. Jacob:

  1. Autoaceitação: é uma postura positiva em relação a si mesmo, como estar satisfeito consigo mesmo e se respeitar.

  2. Autoconfiança: é uma postura positiva em relação às suas próprias capacidades, habilidades e desempenho, sendo capaz de fazer alguma coisa bem e suportar as dificuldades.

  3. Competência social: é sobre conseguir fazer contatos e lidar com outras pessoas, se sentindo confiante e capaz de lidar com situações complexas.

  4. Rede social: se trata de estar conectado a uma rede de relacionamentos positivos, seja com amigos, família ou parceiros(as).

Quais são os sintomas de baixa autoestima?


A baixa autoestima pode ser identificada a partir de diversos sinais. É preciso conhecer os sintomas para identificar quando algo não vai bem, mas lembre-se sempre da importância de consultar um psicólogo ou psiquiatra para ter auxílio quando necessário.


Portanto, confira os principais sintomas:

  • falta de confiança em si mesmo;

  • medo de enfrentar desafios;

  • mania de colocar defeito em tudo o que faz;

  • timidez em excesso;

  • perfeccionismo;

  • não se permitir errar;

  • excesso de comparação com os outros;

  • dificuldade para aceitar as próprias conquistas;

  • sente-se incapaz e insuficiente;

  • diálogos mentais negativos constantes;

  • desmarcar compromissos por insegurança com algo, como a aparência;

  • crises de ciúmes muito intensas em relacionamentos amorosos ou amizades.

Como resultado, pessoas com baixa autoestima tendem a se isolar em sua zona de conforto e criam um ciclo vicioso de abandono em diferentes áreas de suas vidas.


Então você desiste de se candidatar a um emprego porque não se acha bom o suficiente para o trabalho, ou para de namorar porque se acha feio. Se a condição persistir, problemas mais sérios, como depressão, podem se desenvolver.


Como cultivar o amor-próprio?


Não existe uma fórmula única porque todos enfrentam dificuldades particulares que precisam ser enfrentadas com algum tipo de singularidade. A seguir, confira algumas estratégias para recuperar sua autoestima.


1. Faça terapia


O acompanhamento por um psicólogo é importante porque auxilia no processo de autoconhecimento e ajuda o paciente a descobrir gatilhos e padrões na forma de pensar e se comportar.


A psicoterapia é um processo de médio a longo prazo, portanto, não espere ver resultados da noite para o dia. Seja consistente, não desista no meio do caminho. Confrontar seu fantasma pode ser doloroso, mas salvar seu amor-próprio é importante.


2. Celebre suas conquistas


Aqueles com baixa auto-estima muitas vezes acham difícil comemorar suas conquistas. Para mudar isso, comece a escrever um diário de conquistas onde você liste as razões do seu orgulho e celebração diariamente ou semanalmente.


Não se fixe apenas nas grandes coisas, permita-se celebrar as pequenas conquistas todos os dias. Este exercício também é divertido para lembrar suas qualidades e habilidades.


3. Evite comparações


Comparar-se é inútil porque você não sabe o que as pessoas passaram ou estão passando em suas vidas. Há tantas razões para comparações no mundo de hoje, especialmente através das mídias sociais.


Portanto, se achar necessário, defina um limite de tempo diário para navegar no Instagram, Facebook, LinkedIn, etc.


4. Não faça generalizações


Também é comum que aqueles com problemas de autoestima acreditem que só porque cometeram um erro no passado, continuarão cometendo erros.


Você precisa se apegar à ideia de que estamos em constante evolução, e os arrependimentos de anos atrás não refletem quem você é hoje. Aceite os erros, aprenda com eles e siga em frente.


5. Foque no presente


Como é fácil cair na armadilha de se concentrar apenas no passado ou no futuro e esquecer o presente. Viver o momento é essencial para evitar sérios problemas de autoestima causados ​​por algo que aconteceu anos atrás ou um desejo de ter algo por vir.


Cuidar da autoestima é cuidar da saúde mental


Agora que você entende como a baixa autoestima se manifesta e algumas de suas causas, você já tem uma riqueza de informações para detectar quando você ou aqueles ao seu redor não estão indo bem.


Lembre-se de que pensamentos negativos e de baixa autoestima não são saudáveis ​​e podem afetar sua saúde mental. Busque apoio psicológico quando necessário!


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